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O NATAL E O DIVÓRCIO


Não podia deixar passar esta época sem abordar o tema do divórcio vivido na época do Natal, pelas crianças.
O Natal é paz, alegria, família. É um período do ano muito importante para as crianças e tal como o dia de aniversário eles vão sempre lembrar os Natais com alegria ou com amargura. Tudo depende dos pais.
Ao longo dos anos tenho acompanhado várias famílias divorciadas, em que o Natal se torna um pesadelo para as crianças. A disputa pela presença da criança. A chantagem emocional. A “compra” da criança, através de bens materiais. É tudo menos o espírito de Natal.
Se gostamos tanto dos nossos filhos, porque é que não os deixamos escolher, como é que querem passar esta época? Têm, obrigatoriamente, que jantar com um e almoçar com o outro? Não podem passar o Natal com um progenitor e o Ano Novo com o outro? No ano seguinte alteram.
Se a criança passa o Natal com um progenitor  o outro não tem que fazer um discurso de tristeza porque vai passar o Natal sózinho, deixando a criança numa amargura e angústia enormes.
Esta época é vivida, cá em casa, com uma alegria imensa. De há três anos a esta parte os meus filhos decidiram passar, sempre, o Natal com o pai e a passagem de ano com a mãe, porque é mais divertido.
No início do divórcio, num ano passavam o Natal com a mãe e a passagem de ano com o pai e no ano seguinte trocávamos, mas sempre tudo muito tranquilo.
As mensagens que lhes transmitia era que a mãe estava bem, desde que eles estivessem bem e em paz.
Deixem as crianças viver o Natal com paz de espírito, para que as lembranças que guardarem desta época sejam sempre uma referência para a vida e não um pesadelo.
FELIZ NATAL E SEJAM  FELIZES



Maria João Rosado entrevista Cristina Figueiredo do Jardim da Fantasia




FELIZ NATAL CHEIO DE PAZ E ALEGRIA




DESEJA UM FELIZ NATAL CHEIO DE PAZ E ALEGRIA



Maria João Rosado entrevista Marta Sobral da Kriabebés

Maria João Rosado entrevista Marta Sobral da Kriabebés








ENTREVISTAS COM MÃES

ENTREVISTAS COM MÃES



COMO FAZER O DESFRALDE?

COMO FAZER O DESFRALDE?


Este é um tema muito importante na vida da criança mas muito preocupante na vida dos pais. Aqui estão envolvidos aspectos fisiológicos, emocionais e sociais da criança e da sua família. A maneira como a criança ultrapassará este momento depende de dois fatores: a sua maturidade biológica, que permitirá o controle muscular dos esfíncteres, e a maneira como os adultos (pais e educadores) conduzirão o processo.
Um conselho aos pais é que “esta fase pode ser vivida com calma se houver bom senso”.  Não podemos criar expectativas inadequadas porque uma coisa é certa: vai ser um período trabalhoso e que requer paciência.
Não existe um momento pré-determinado para retirar a fralda. Cada criança tem o seu timing. Mas não nos podemos esquecer que o nosso ensino pré-escolar “exige” que uma criança aos 3 anos já não pode ter fralda, porque o jardim-de-infância não  aceita. Logo isto quer dizer que todas as crianças têm que adquirir o controlo dos esfíncteres naquele período e nem sempre o conseguem alcançar.
Na minha longa experiência profissional verifiquei que ao começarmos a sentar as crianças no bacio, por volta dos 10 meses, depois da refeição, criando assim uma rotina, é-lhes mais fácil, não só o contacto com o bacio/sanita com o retirar da fralda.
E aqui, mais uma vez, tudo depende do timing da criança. Podemos começar a retirar a fralda a uma criança com 17/18 meses, se já aguentar algum tempo com a fralda seca e estivermos Primavera/Verão. Estas competências levam muito tempo a ser interiorizadas pela criança mas o adulto também tem que estar preparado para acompanhar o timing da criança.
Não perca o video onde vou explicar melhor como tudo isto pode ser feito.





Seminário on-line sobre a IMPORTÂNCIA DAS ROTINAS NA VIDA DAS CRIANÇAS